AS BUNDUDAS?


13/08/2006


bundão..

 

 

Escrito por ? às 07h30
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Escrito por ? às 07h24
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Fantasia realizada.

Estou aqui de volta para contar como conquistei mais um namoradinho corno manso, depois de viver outras aventuras com ex namorados que ensinei a ser bem mansinhos, percebi que adorei a idéia e não conseguia mais namorar com homens ciumentos e possessivos.  Sempre me imaginava com um homem bem corno que pudesse ser meu namorado realizar todas minhas fantasias. Comecei com um cara chamado Leandro, , além disso, a melhor parte dele foi aprender a gostar e aceitar minha ordem um perfeito corno manso. Foi com ele que realizei a minha fantasia. Eu sou Iris, sou gostosa, adoro usar mini saia, me cuido, malho, Eu já namorava Leandro há dois meses, e o deixava louco quando sumia ou quando saia sozinha com as minhas amigas, elas inclusive já percebendo a tendência de corninho do meu namorado, sempre que encontravam com a gente faziam questão de me contar sobre os homens com os quais saiam ou então dizer que estava ficando com quatro e cinco ao mesmo tempo, sempre com o intuito do meu corninho escutar e saber que elas eram bem safadas mesmo, eu sempre me mostrava interessada e Leandro sempre afirmava que minhas amigas eram muito safadas, eu o repreendia e dizia que elas é que estavam certas.

 Um dia preparei uma surpresa para Leandro chamei um ex-namorado para fazer amor na frente dele tinha ser com meu ex porque foi com ele que dei a bunda melhor dizendo meu cú. Falei para leandro que tinha uma surpresa falei para senta na cadeira expliquei para ele que eu tinha amarra ele cadeira para poder realizar minha fantasia ele claro aceitou. Assim que ficou preso na cadeira chamei o  meu ex.                                

Leandro quando viu meu ex  ficou choque.Meu ex tirou a pica linda para fora da calça já me ofereceu para eu chupar, coloquei na boca, lambi toda a extensão do pau e comecei a chupar como uma puta, ele acelerava o movimento na minha boca como se estivesse fudendo minha boquinha, que delícia uma boca na minha bucetinha e um pau para eu chupar, a sensação era maravilhosa, me sentia a própria dona do pedaço.

Leandro sentado continuava olhando, meu namorado era um corno mesmo, nada falou, apenas olhava, falei: Meu corninho adorado que delícia essa pica na minha boca, fica quietinho aí, bate uma punheta amor bate. Assim realizei a minha fantasia.

Escrito por ? às 07h13
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Amo essa mulher.

 

Num sábado desses de muito sol,  eu e minha esposa Renata oferecemos um churrascão em nossa casa, desses em que vão muitas pessoas além dos familiares, como os colegas de trabalho e até amigos dos amigos, ou seja, até gente estranha para os anfitriões. O churrasco foi bem descontraído, em clima de festa julina, rolando além de muita carne e cerveja, quentões, cachorros quentes, salsichões, etc. Eu me chamo Bruno e minha esposa chama-se Renata, tem 28 anos, bela e dona de um corpo espetacular, sendo linda de rosto e de corpo. Lábios carnudos, pele bronzeada de sol, seios volumosos, grandes e redondos, bem firmes, com dois bicos bem durinhos que insistem em apontar atrevidamente para cima. Sua cintura é fina, mas é super bunduda, com pernas longas e esculturais, resultado de horas diárias de malhação numa das melhores academias da cidade. Meus irmãos sempre disseram, brincando, que ela era areia demais pro meu caminhãozinho. No churrasco também estava um carinha de boa aparência, corpo de marombeiro, malhado, que a minha cunhada Raíssa, irmã de Renata, tinha um certo interesse, mas que ainda não tinha conseguido fisgá-lo, apesar de sempre demonstrar que dava mole para ele. Ele chegou acompanhado da namorada, uma garota de uns 23 anos, magra mas bonita. Renata veio me confidenciar isso tudo e perguntar o que faz com que um homem sinta atração pela mulher, para ver se ajudava a sua irmã Raíssa, embora esta ainda não se encontrasse no churrasco. Raíssa tinha curso hoje, e só chegaria no churrasco por volta do final da tarde. Falei com Renata que o homem gosta da parte física, de insinuações, da maneira sensual da mulher se vestir, enfim, de tudo que expresse tesão, liberalidade e sexo. Renata fingiu espanto e falou "Nossa! que horror! vocês, homens, só pensam naquilo!". Rimos nós dois juntos. Perguntei se ele era garanhão, comedor. Renata disse que sua irmã lhe falara que este era o problema, o tal carinha não podia ver uma potranca que já dava no couro, apesar de ter namorada. Somente a sua irmãzinha é que ainda não recebera aquela vara imensa. Peguntei como sabia disso e Renata me falou que sua irmã também lhe dissera isso, e mais, que o tal carinha comera todas as amigas de Raíssa, inclusive amigas comuns também de Renata. E a namorada dele, perguntei. Ela não liga? Renata respondeu que achava que ela era meio sonsa, não percebia as puladas de cerca do namorado. É, a minha esposa estava mesmo bem informada. Dali a pouquinho, Renata se atrapalhou com o seu copo de cerveja e derramou grande quantidade em sua roupa. Reclamando, disse que subiria ao nosso quarto para trocar a roupa. Para minha surpresa, na volta, minha esposa estava completamente diferente de quando subira ao quarto. Antes, ela trajava uma roupa bem discreta, comportada até demais para um churrasco. Mas agora, toda a sua beleza transparecia numa blusa justa, colada ao corpo, com um generoso decote em V, que propiciava a quem estivesse perto uma aprazível visão de grande parte de seus volumosos seios. Para completar, um shortinho jeans, tão enfiadinho no seu delicioso rabo, que as dobrinhas da polpa da bunda apareciam. Também ficava a mostra a sua linda tatuagem na panturrilha esquerda. E por fim, calçava um tamanquinho de madeira com tira de couro e fivela, com salto bem alto. Resumindo, um TESÃO!!! Embora achasse estranho essa súbita mudança no estilo de vertir, nada comentei, mas fiquei de olho em Renata. Percebi, no movimentado churrasco (deviam ser umas trinta e cinco pessoas), que a minha esposinha agora procurava estar sempre próxima do tal carinha de que sua irmã era afim, sentando-se sempre de frente para ele e cruzando as suas deliciosas pernocas (e que cruzada de pernas!). Não demorou muito pra aquele malandro perceber a gostosona da minha esposa e puxar uma conversa. Eu via Renata num bate-papo animado com ele e pensava que minha esposa deveria estar abrindo caminho para a sua irmãzinha. Somente achava estranho o fato de Renata estar sempre rindo de tudo que ele falava (o cara não podia ser tão engraçado assim!). Eu já estava começando a achar Renata oferecida demais e com receio que a namorada do carinha fizesse algum escândalo, o que seria realmente muito desagradável. A cerveja e a conversa com os velhos amigos me distraíram um pouco de tais pensamentos. Somente no meio da tarde, com a música tocando alto, é que lembrei de olhar Renata novamente. Tocava a música "festa de cowboy" e praticamente só havia mulheres na dança. Foi quando percebi que elas formavam um enorme roda e no meio, sim, no meio, ele, o tal carinha, com um chapéu de vaqueiro na cabeça, fingia, com uma das mãos na cintura e a outra vibrando no alto, estar agitando uma corda com um laço, e, ao som da música, arremessava aquele laço imaginário na direção de alguma das garotas da roda.  Vi Renata levantando as mãos e gritando para ser a próxima escolhida, que cachorra! Um calor e um medo começavam a subir pelo meu corpo, eu torcia pra não ser a minha esposa, com vergonha de que alguém do meu grupo de amigos com quem conversava visse alguma coisa e me achasse um corno. Eu queria ir lá correndo e tirar Renata de lá e lhe dar uma bronca, mas eu estava um pouco distante da roda e, se ela fosse a escolhida, não daria mais tempo. O garanhão sorriu para Renata, agitou o laço imaginário e arremessou em direção a minha esposinha. Eu vi um sorriso de satisfação estampado no rostinho de Renata, que enlaçada, ia sendo lentamente puxada, aos gritinhos, para o centro da roda, ao encontro do carinha, enquanto as demais garotas batiam palmas ritmadas na roda. Eu já não prestava atenção em mais nada do que Jorge falava, só enxergava aquele pauzudo dançando com a minha adorável esposa, no centro da roda, bem juntinhos, ambos sorrindo deliciados. Eu, com vergonha, torcia para aquela música acabar logo, mas ela parecia durar uma eternidade. Olhei em direção à namorada do carinha, e ela não participava da roda de dança, conversava com senhoras mais velhas perto da churrasqueira. Nesse momento, a namorada do garanhão olhou em minha direção e me viu. Droga! Agora ela ia achar que eu não passava de um corno, visto que minha esposinha se acabava de dançar com o namorado dela e eu não fazia nada! Para meu azar, quando a música acabou, alguém trocou o disco para um forró bem animado. Como os dois já estavam juntos no centro da roda, assim continuaram, porém mais colados ainda. Como dançavam bem, isso eu tinha que reconhecer, aqueles corpos praticamente se fundiam num só. Uma estranha excitação começou a invadir o meu corpo e quando dei por mim eu estava com o pinto duro dentro das calças! Renata e o carinha dançaram várias vezes seguidas, somente interrompiam a dança para uns goles de cerveja, até que cansados, se separaram e ela veio ao meu encontro, toda satisfeita e suadinha. Dei-lhe um beijo na boca disse "amo essa mulher". 

 

 

 

Escrito por ? às 06h26
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11/08/2006


Calça branca. Super bunduda.

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por ? às 19h34
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Mais bundudas.

Mais duas super bundudas...

Escrito por ? às 16h57
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DUAS BUNDUDAS.

DUAS SUPER-BUNDUDAS.

Escrito por ? às 16h42
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Esposa safada..

 

Olá, meu nome é Andreia e eu tenho 27 anos, sou morena e muito gostosa, tenho 1,78 m e sou uma tremenda puta, desde de criança fui acostumada a ser a dona do pedaço, todos os meninos gostavam de mim e por isto eu fazia o que quisesse com eles, sempre arranjava vários namorados, e todos sabiam mais mesmo assim não queriam me perder.

Quando casei estava acostumada com isto e meu marido foi gentil em aceitar minhas fantasias, principalmente porque ele é bem mais velho do que eu e não consegui acompanhar meu pique. Nossa relação é muito aberta, as vezes é ele próprio que arranjar meus machos, outra vez sou eu, na maioria eu levo eles pra casa e transamos no nosso quarto, como não tenho filhos a situação fica mais fácil.

Mas a uns meses atrás eu conheci o senhor que mudou a minha vida, ele era meu professor na universidade e num dia em que fui a um coquetel ele estava lá, ele é baixo, um pouco feio e tem uma cara de safado imensa, ele já chegou me elogiando e dizendo como eu estava gostosa, eu estava com uma saia curta e uma camisa colada no corpo, na hora eu nem dei muita bola, mas depois de tanto me cantar resolvi dar uma rapidinha com ele já que nunca tinha transando com ele e a festa não tinha muitos homens, falei para o meu corninho que ia dar uma rapidinha e chamei o meu professor para um canto escondido, quando cheguei lá fui logo abrindo o zíper da calça dele e chupando aquele caralho que não era muito grande mais bastante gostoso, ele me incentivava me chamando de puta e mandando chupar mais, ele dizia que eu ficava linda chupando o pau dele e que já sabia de minha fama de puta, ele me levantou e me encostou numa árvore, levantou minha saia e mandou bala, ele estava me comendo de uma forma sensacional, eu estava quase gozando quando ele tirou da minha xotinha e me virou de costa dizendo: - Agora eu vou comer este cuzinho. - Vai mete tudo de uma vez meu macho. - Aí , ui, como é bom, mete na tua vaca seu puto. Enquanto metia no meu rabo ele puxava meus cabelos pra trás e dava tapas em minha bunda, eu imaginava que todos estavam escutando as tapas mas fiquei ainda mais empolgada com esta possibilidade.

Depois de alguns minutos meu professor gozou no meu rabo, passou a mão na porra sujando os dedos e mandando eu limpá-los o que fiz com muito prazer depois ele pegou minha calcinha e guardou dizendo que eu teria que ficar o resto da festa sem calcinha com a porra descendo pelas pernas ficou aquela mancha na saia e na minha perna, quando voltei pra festa, todos ficaram sabendo o que tinha acontecido, meu maridinho veio me ver e passei delicadamente minha mão entre as pernas pegando um pouco de porra do meu macho e mandei ele lamber a porra de um verdadeiro homem, ele ficou muito excitado mas eu disse que esta noite eu seria do meu professor, passei o resto da festa dançando com meu professor e ele de vez em quando falava pra meu corninho com eu era gostosa e que ele deveria ser viado pra deixar uma mulher como ela transar com todos, meu corno não dizia nada apenas ficava vermelho e eu ficava rindo daquela cena, dizendo que no fundo ele devia gostar mesmo de dar o rabo já que o pau dele não subia mais. Quando amanheceu fomos os três para nossa casa, chamei o meu prof. Para o quarto e deixei meu corno dormindo na sala, naquela manha transamos de todas as formas, foi maravilhoso, ele é muito bom de cama, já devia ser quase meio-dia quando meu corno abriu a porta do quarto dizendo que o almoço estava pronto, o meu macho estava sendo chupado por mim nesta hora, meu marido ficou um tempo olhando a rola do meu macho, eu notei e mandei ele dar uma chupadinha, ele disse que não, e eu gritei com ele dizendo que ele faria o que eu queria, dando um tapa na cara dele, peguei ele pelos cabelos abaixei a cara dele e mandei ele abrir a boca e chupar meu macho, ele começou a chupar e logo depois eu notei que crescia um volume no seu short, comecei a rir e enquanto ele chupava meu macho na cama fui pra trás dele e comecei a dar tapas eu sua bunda magra, ele já estava rebolando na minha mão, mandei ele parar e expulsei ele do meu quarto. Um tempo depois meu professor que era viúvo veio morar comigo, meu marido ficou dormindo num quartinho e sempre que acabava de fuder com meu macho ele vinha lamber minha xota e o pau do meu dono. Hoje me considero uma mulher feliz, mais deixei de transar com outros homens a não ser meu professor ou quando ele chama seus amigos pras festinhas particulares lá em casa.


Escrito por ? às 15h59
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SUPER BUNDUDA.

UMA SUPER PERFEITA BUNDUDA!

Escrito por ? às 15h42
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